Praticamente um Papo de Bar

A vida, os Jogos e tudo mais! // Papo de bar sobre games anuais

Bom dia, boa tarde e boa noite, gamer. Após terminar (acho eu) minha série de postagens sobre adaptações de games para livros/HQs/Mangás ou vice-versa, é hora de começar com um assunto novo.

Todo ano temos novas ideias pululando via internet: Novos jogos, novas plataformas, novos métodos de ganhar dinheiro. Junto disso tudo, ainda temos os jogos que lançam uma versão a cada ano (não citarei, pois já são bem conhecidos). Mas o que todo santo dia eu me pergunto é: Precisamos mesmo?

O melhor pensador que lembrei!

Não adoto postura contra CoD (gosto da história e da jogabilidade), contra Assassin’s Creed (Dona Tabeia acha engraçado eu ter paixão pelos livros, mas nunca ter encostado em nenhuma versão do jogo), mas não sei se realmente precisa de uma renovação anual do título. Sei que eles sabem bem para onde devem levar tudo e como tudo deve ser feito, mas é complicado aceitar que todas as novas implementações que entrarão no jogo do ano que vem não estavam já prontas para resolver os bugs criados pelo título desse ano. Também me preocupa com o “gás” da franquia: Todo ano tentando renovar esse impulso pode apenas diminuir a pressão dele. Exemplo disso pode ser o próprio CoD: Apenas após o Modern Warfare 2 que começamos a ouvir a piada de um por ano.

Um outro fator nessa leva anual de games que me irrita um pouco é não ter o tempo para apreciar um jogo. Gosto de jogar a primeira vez para terminar e depois usar o fator replay para poder admirar as ideias, os traços, as nuances que cada desenvolvedor coloca em seus jogos.  Não me importo de ficar anos rejogando ou esperando uma nova ideia das Softhouses, assim como não me importo de pagar mais um pouco por um DLC realmente relevante. Estou coçando os dedos para colocar no meu carrinho da Steam The Missing Link, de Deus Ex: Human Revolution. O prazer de rever uma série dessas, de esperar para ver algo fantástico compensou tudo. Não posso dizer o mesmo de CoD. Ainda não comprei o Modern Warfare 3, mas não vou com o prazer de estar fazendo um ótimo negócio, vou mais por querer saber como termina, querer jogar as coisas novas e poder ter o mapa total do que a série Modern Warfare tentou passar.

Foquei em CoD pelo fato de nunca ter jogado Assassin’s Creed. Aceito doações.

Minha opinião um tanto quanto louca

A ideia original (entendedores entenderam).

 

Talvez seja apenas eu que estou ficando velho e achando que renovação anual é um saco, mas talvez isso tudo seja real e o mercado parou de se preocupar conosco mesmo. Acho que sou um do mercado indie por isso, pois ela não se importa muito com a fórmula Blockbuster e com a correria de lançar jogos. Guardada as devidas proporções, acho a Valve a maior indústria Indie no mercado. Deixe-me explicar meu ponto de vista: Não fosse pela cabeça do Gabe, nunca teríamos conhecido Portal, que era uma ideia de um jogo que era o projeto de conclusão dos estudante da DigiPen Institute of Technology que se chamava Narbacular Drop, desenvolvido pela Nuclear Monkey Software.  Joguei o original e minha cabeça “exprudiu” quando eu vi que, com mais cabeças pensando em uma ideia e com financiamento (por isso que eu disse “guardada as devidas proporções”), além deles não se importarem de ter que recomeçar tudo, demora a lançar, pois quem gosta deles sabe que tem um bom propósito para a demora.

E por todos esses fatores que não tenho medo de assumir que sou um fã incondicional da Valve. Antes que alguém fale, Fanboy é outra coisa.

Acho que nem todo mundo sacou muito a ideia da minha coluna, já que nem eu tinha fixado ainda, mas a ideia central aqui é a conversa, interação e discussão de pontos de vista e de loucuras internas. Amo fazer isso (meu sonho e discutir games e outras coisas via redes sociais de uma forma madura) e acho que é a melhor forma de crescer nesse mundo gamer.

Um abraço e Até +!

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"Se for pra sempre, seja breve, seja firme. Seja leve, seja bravo, seja breve" Breve - Pouca Vogal