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A vida, os Jogos e tudo mais! // Além do Mito que Limita o Infinito

Olá, queridos leitores desse blog lindo e da minha coluna. Sejam muito bem vindos para mais uma sessão de conversas filosóficas e loucuras. Nesses dias de loucas promoções de Holiday da Steam, adquiri um jogo que queria muito e que muita gente votou como o fiasco desse ano: L.A. Noire.

Fui jogando ele (ainda preciso jogar muito. Continuo na mesa do Tráfego) e, conforme foi evoluindo, fiquei preocupado demais com as perguntas dos interrogatórios, não porque o jogo não andaria da forma correta, mas porque eu me preocupava com a “minha” carreira.

Outro momento que me pego fazendo isso é jogando Batman: Arkham City. Sei que nunca vou ser o Batman ou o Cole Phelps, porém, com a capacidade de entrar nas histórias que eu tenho (o que às vezes me assusta, mas deixo isso para uma conversa mais particular, caso alguém queira saber), consigo vivê-los perfeitamente. Quando fecho um caso com respostas erradas ou provas faltando,  me sinto  punido e dizendo que deveria ter me esforçado mais e conseguido ser um interrogador melhor. Mas não porque  quero melhorar o personagem, mas a mim mesmo.

Quando sou o Batman, sempre que erro um contra-ataque,  sei que foi meu erro de cálculo e tento me corrigir. Pode parecer estranho, mas acho bizarro quando meu irmão briga com os “bonecos” do PES 2012, dizendo que ele é burro e fez tudo errado. Paro para pensar que, pitombas, ele que está com o controle, então ele deveria se culpar por isso. Enfim, variações sobre um mesmo tema. O que seria do mundo sem sua loucura?

Esquecendo a filosofia barata da última linha, gosto de esquecer que sou Fedaykin e/ou Fernando e me tornar o Batman, o Duke Nukem, o Kid de Bastion, até mesmo esqueço quem sou para o personagem que estou usando no TF2! Acho que é essa capacidade que diferencia os True Gamers dos Gamers. Não desmereço ninguém e também não quero cunhar “datas e nomes”, mas acho que os Gamers deveriam aprender a ser um pouco mais True Gamer. Até porque isso deixa o jogo mais interessante e um multiplayer mais cooperativo ainda.

Vou ficando por aqui, seus lindos, mas não quero que vocês fiquem parados aqui. Comentem, discutam, discordem comigo, concordem comigo, enfim, transforme esse espaço aqui em baixo numa mesa de discussão ou em um boteco para discutirmos filosofia de frases de pára-choque de caminhão. Um abraço para todos, espero que logo eu possa entregar uma nova atração, que pretende divertir a galera. Que a galera se familiarize logo com essa nova família gamer e

“É Assim que Nosso Fusca Anda!”

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